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Debate ao governo do Paraná tem embates diretos e acusações

Candidatos ao Palácio Iguaçu protagonizaram discussões intensas sobre alianças políticas, corrupção e passado administrativo.

Crédito da foto: Reprodução / Bem Paraná Três homens de terno posam lado a lado em estúdio de televisão
Os candidatos Requião Filho, Sergio Moro e Sandro Alex posam para foto no estúdio antes do debate ao governo do Paraná na RPC
Resumo da matériaClique para abrir
  • O primeiro encontro entre os postulantes ao governo estadual contou com quatro blocos de discussões e perguntas com tema livre.
  • Sergio Moro, Sandro Alex e Requião Filho trocaram críticas sobre alianças políticas, passado ministerial e votações no Congresso.
  • A pauta também incluiu temas como segurança pública, privatizações e menções a escândalos financeiros nacionais.

A disputa pelo Palácio Iguaçu esquentou na noite da última terça-feira (29 de setembro) com a realização do primeiro debate ao governo do Paraná. O programa contou com quatro blocos, sendo os três primeiros marcados por perguntas com tema livre e embates diretos entre os postulantes, enquanto a última etapa foi reservada para as considerações finais.

Logo na abertura, Sergio Moro (PL) direcionou críticas a Sandro Alex (PSD), apontando-o como responsável por um tom agressivo na campanha. Durante a troca de farpas, Moro buscou associar sua candidatura à figura de Flávio Bolsonaro e fez uma proposta ao adversário para evitar menções a figuras centrais da política nacional e estadual. Em resposta, Sandro Alex acusou o concorrente de traições políticas, de abandonar o Ministério da Segurança Pública e de tentar deixar o Senado.

Requião Filho (PDT), que acompanhou o confronto inicial entre os adversários, classificou o cenário como um ringue e direcionou suas intervenções para a área da educação e para o enfrentamento à violência contra a mulher. No campo da segurança, Moro prometeu a criação de um presídio estadual de segurança máxima voltado exclusivamente para autores de crimes violentos contra mulheres, enquanto Requião rebateu trazendo declarações históricas de aliados de seu opositor.

O segundo bloco elevou ainda mais o tom das discussões com acusações mútuas de corrupção e questionamentos sobre apoios partidários. Moro e Sandro Alex divergiram sobre votações em Brasília e sobre o alinhamento com o bolsonarismo. O candidato do PSD também questionou o rival sobre uma obra em rodovia municipal que, segundo ele, atenderia a um empreendimento ligado a um ministro do Supremo Tribunal Federal, ao mesmo tempo em que o ex-juiz cobrou explicações sobre resoluções estaduais ligadas a instituições financeiras e ao Banco Master.

Nos momentos finais do programa, os candidatos voltaram a debater temas econômicos e administrativos, como a privatização da Copel e da Sanepar, encerrando o encontro com propostas para o estado antes de abrirem espaço para os discursos de encerramento.

Fonte: Bem Paraná · Rodolfo Luis Kowalski Uso de IA na produção do texto
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