A Prefeitura de Nova York divulgou mais de 170 mil páginas de registros inéditos sobre a qualidade do ar insalubre após 11 de setembro de 2001. Os documentos indicam que as autoridades municipais da época tinham ciência de que o ambiente nos arredores do Ground Zero apresentava riscos à saúde, apesar das garantias públicas de segurança repetidas vezes.
O anúncio da liberação dos arquivos foi feito pelo prefeito Zohran Mamdani durante uma coletiva de imprensa realizada na terça-feira (8). Conforme o material, os registros contêm dados de contaminação obtidos por agências ambientais logo após os atentados, relatórios atmosféricos e trocas de mensagens entre funcionários públicos que evidenciavam o temor de responsabilização legal da administração municipal pela exposição da população às substâncias tóxicas.
As caixas com os documentos estavam guardadas em uma repartição do governo e foram achadas no ano passado. A medida acontece antes da chegada do 25º aniversário dos ataques, marcado para esta sexta-feira. O processo de disponibilização foi impulsionado por cobranças constantes de socorristas e sobreviventes por maior transparência, além de uma ação judicial movida pelo grupo de defesa 9/11 Health Watch.


STF avalia validade de relatório da PF sobre Alexandre de Moraes
Eleições 2026 no Paraná: disputa pode ter menos candidatos
Pesquisa BTG/Nexus aponta liderança de Lula no primeiro turno e empate técnico com Flávio Bolsonaro




