Ponta Grossa·qua, 28 de outubro
Câmara Municipal

CPI das Terceirizações ouve secretárias municipais em Ponta Grossa

Comissão Parlamentar de Inquérito na Câmara Municipal de Ponta Grossa colheu depoimentos de secretárias sobre contratos de zeladoria e merenda.

Crédito da foto: Reprodução / Câmara Municipal de Ponta Grossa Fachada moderna com cobertura curva e placa indicativa do Poder Legislativo na Câmara Municipal de Ponta Grossa
Fachada da Câmara Municipal de Ponta Grossa, local onde a CPI das Terceirizações realiza sua primeira rodada de oitivas nesta quinta-feira
Resumo da matériaClique para abrir
  • Primeira rodada de oitivas da CPI das Terceirizações ocorreu nesta quinta-feira (08).
  • Secretárias municipais prestaram esclarecimentos no plenário da Câmara de Ponta Grossa.
  • Comissão investiga contratos de zeladoria e merenda escolar da Secretaria Municipal de Educação.

A CPI das Terceirizações iniciou nesta quinta-feira (08) a sua primeira rodada de oitivas no plenário da Câmara Municipal de Ponta Grossa (CMPG). A comissão apura possíveis irregularidades em contratos da Secretaria Municipal de Educação (SME) voltados aos serviços de zeladoria e merenda nas escolas da rede municipal.

Depoimentos na Câmara

Os trabalhos foram conduzidos pela presidente da comissão, vereadora Enfermeira Marisleidy (DEM), acompanhada pelo relator Ede Pimentel (PDT) e pelo vereador Geraldo Stocco (PV). Foram chamadas para prestar esclarecimentos a secretária municipal de educação, Joana D’Arc Panzarini Egg, e a secretária municipal de administração, Isabele Moro.

A titular da pasta da Educação respondeu a questionamentos sobre denúncias de desvio de função, envolvendo supostas atuações de professoras e diretoras em atividades de cozinha e limpeza. Joana confirmou a ocorrência, mas classificou os episódios como pontuais devido a falhas na reposição de vagas. A secretária informou que o município possui 340 postos de zeladoria, sendo 325 ocupados no momento, com o restante em processo de contratação.

Defesa da terceirização

Questionada sobre a economicidade da licitação, a secretária de Educação declarou acreditar que houve economia, embora não soubesse precisar o percentual exato. Ela também defendeu o modelo de terceirização como solução para a escassez de profissionais, argumentando que concursos públicos demorariam a suprir a defasagem decorrente de aposentadorias e adesões ao Plano de Demissão Voluntária (PDV).

Por sua vez, a secretária de Administração, Isabele Moro, pontuou aos vereadores que a avaliação de uma licitação não deve se basear exclusivamente no aspecto financeiro. Segundo Moro, o formato trouxe desburocratização aos processos e solucionou a falta de mão de obra nas unidades de ensino do município.

Fonte: Câmara Municipal de Ponta Grossa Uso de IA na produção do texto
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