El Niño – Jornal Colabore https://jornalcolabore.com.br Notícias de Ponta Grossa e região Fri, 04 Sep 2026 18:16:32 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://jornalcolabore.com.br/wp-content/uploads/2026/07/images-150x150.jpg El Niño – Jornal Colabore https://jornalcolabore.com.br 32 32 El Niño forte tem 90% de chance de atuar no país até novembro https://jornalcolabore.com.br/campos-gerais/04/el-nino-forte-tem-90-de-chance-de-atuar-no-pais-ate-novembro/ https://jornalcolabore.com.br/campos-gerais/04/el-nino-forte-tem-90-de-chance-de-atuar-no-pais-ate-novembro/#respond Fri, 04 Sep 2026 18:14:03 +0000 https://jornalcolabore.com.br/?p=2623

O Brasil apresenta 90% de probabilidade de registrar um episódio de El Niño muito forte entre os meses de setembro e novembro. Os dados foram divulgados no início de agosto de 2026 pelo Centro de Previsão Climática, vinculado à Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (CPC/NOAA).

Um boletim conjunto divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e outras entidades aponta que as temperaturas devem ficar acima da média em praticamente todo o país. Enquanto a Região Sul pode registrar chuvas acima da média histórica, as regiões Norte e Nordeste tendem a enfrentar um trimestre mais seco.

Risco de queimadas e estiagem

O Boletim nº 3 do Painel El Niño 2026-2027 destaca que a junção de calor intenso com a estiagem prolongada nas áreas centrais e setentrionais do país eleva o potencial de propagação de incêndios, cenário agravado pelo atraso no início da estação chuvosa apontado pelo Inmet.

O documento é assinado pelo Inmet em conjunto com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), o Serviço Geológico do Brasil (SGB), a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) e o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam).

Impacto na transição das chuvas

O trimestre usualmente marca a passagem da seca para o período chuvoso no Pantanal e na Amazônia Legal. Contudo, a intensidade do fenômeno climático pode retardar essa mudança. Projeções do Censipam mostram precipitações abaixo da média em nove estados: Amapá, Roraima, Pará, Maranhão, Amazonas, Acre, norte do Mato Grosso, além de porções norte e central do Tocantins e de Rondônia.

Especialistas da NOAA ponderam que eventos mais intensos não asseguram impactos severos automáticos, mas elevam a probabilidade de ocorrência. O Inmet reforçou a urgência de monitoramento constante para antecipar áreas vulneráveis a ondas de calor, secas e chuvas intensas.

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Prefeitos dos Campos Gerais debatem Defesa Civil e turismo em Ponta Grossa https://jornalcolabore.com.br/campos-gerais/26/prefeitos-dos-campos-gerais-debatem-defesa-civil-e-turismo-em-ponta-grossa/ https://jornalcolabore.com.br/campos-gerais/26/prefeitos-dos-campos-gerais-debatem-defesa-civil-e-turismo-em-ponta-grossa/#respond Wed, 26 Aug 2026 19:48:23 +0000 https://jornalcolabore.com.br/?p=2445

A Associação dos Municípios dos Campos Gerais (AMCG) realizou uma Reunião Ordinária nesta quarta-feira (26), em Ponta Grossa, reunindo prefeitos, prefeitas e lideranças locais. O objetivo principal foi estreitar a articulação administrativa e discutir demandas comuns para o desenvolvimento dos municípios associados.

Prevenção e Defesa Civil

Um dos pontos centrais da pauta foi o diálogo conduzido pelo 2º Tenente Edson Aparecido Roque, representante do 2º Núcleo de Atuação Regional da Defesa Civil. Diante do cenário de eventos climáticos extremos impulsionados pelo El Niño, os gestores discutiram estratégias de prevenção, capacidade de resposta e apoio às localidades afetadas.

O presidente da AMCG e prefeito de Sengés, Gerson Nunes, pontuou que a região permanece em alerta. O prefeito de Reserva, Lucas Machado, relatou que o município decretou situação de emergência após estragos recentes e destacou a agilidade no atendimento às famílias afetadas com a entrega de materiais e reconstrução de moradias.

Turismo e Desenvolvimento

O setor turístico também integrou os debates da manhã. Os participantes conheceram o projeto ‘Visite os Campos Gerais’, iniciativa desenvolvida em parceria com a RPC para ampliar a visibilidade das riquezas naturais, culturais, históricas e gastronômicas da região.

A prefeita de Ponta Grossa, Elizabeth Schmidt, anfitriã do evento, destacou as medidas adotadas no município, como o reforço na Defesa Civil e obras de microdrenagem para mitigação de alagamentos. Ao término da programação, foi divulgada oficialmente a realização da 35ª edição da MünchenFest.

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Monitor de Secas aponta recuo da estiagem no Paraná devido a chuvas acima da média https://jornalcolabore.com.br/campos-gerais/17/monitor-de-secas-aponta-recuo-da-estiagem-no-parana-devido-a-chuvas-acima-da-media/ https://jornalcolabore.com.br/campos-gerais/17/monitor-de-secas-aponta-recuo-da-estiagem-no-parana-devido-a-chuvas-acima-da-media/#respond Mon, 17 Aug 2026 18:32:58 +0000 https://jornalcolabore.com.br/?p=1069

A ocorrência de volumes expressivos de precipitação no território paranaense provocou um novo recuo da estiagem, conforme aponta o levantamento atualizado do Monitor de Secas. O estudo é coordenado pela Agência Nacional de Águas (ANA) em parceria com diversas instituições, incluindo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).

Chuva acima da média histórica

Entre as 45 estações meteorológicas do Simepar com operação superior a cinco anos, apenas quatro marcaram índices pluviométricos abaixo da média em julho: Antonina, Cerro Azul, Guaratuba e Guaraqueçaba. Nas demais 41 unidades, os volumes superaram as marcas históricas. Na estação de Palmas, por exemplo, o acumulado de 311 milímetros representou o maior índice para o mês em 28 anos de funcionamento.

A atuação do fenômeno El Niño no Oceano Pacífico Equatorial, registrada desde o mês de junho, aliada a sistemas meteorológicos regionais, impulsionou as precipitações. Com isso, o mapa de julho registrou apenas episódios de seca fraca restritos a uma porção do Leste paranaense, com potenciais reflexos de curto e longo prazo na agricultura e no abastecimento de água.

Evolução do cenário climático

O panorama contrasta com o verificado em julho do ano anterior, período em que a ausência do El Niño mantinha a seca moderada ao longo da divisa com São Paulo, além de registros de seca fraca nas regiões Leste, Norte, Noroeste e Sul do estado. A tendência de enfraquecimento da estiagem teve início em maio, com a eliminação total da seca moderada já no mês de junho.

Contexto nacional

O impacto do El Niño também eliminou a seca relativa nos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, além de encolher a área de seca fraca no sul paulista. Contudo, outras regiões do país registraram avanço da estiagem devido a índices pluviométricos inferiores à média, a exemplo de estados do Nordeste, Norte e Sudeste.

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El Niño antecipa e intensifica temporada de tornados no Paraná https://jornalcolabore.com.br/campos-gerais/17/el-nino-antecipa-e-intensifica-temporada-de-tornados-no-parana/ https://jornalcolabore.com.br/campos-gerais/17/el-nino-antecipa-e-intensifica-temporada-de-tornados-no-parana/#comments Mon, 17 Aug 2026 05:34:33 +0000 https://jornalcolabore.com.br/?p=1047

A atuação do fenômeno El Niño antecipou e elevou a frequência de tornados no estado do Paraná em 2026. A avaliação é do pesquisador Ernani de Lima Nascimento, vinculado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Normalmente concentrada entre o término do inverno e a estação da primavera, a temporada atual apresentou registros logo no mês de junho. De acordo com o especialista, o comportamento do El Niño colabora para gerar um ambiente propício a tempestades severas na Região Sul.

Regiões mais afetadas

Dentro do território paranaense, as áreas situadas no Oeste e no Centro-Oeste concentram a maior probabilidade para a formação de tornados, com destaque para as zonas mais próximas das fronteiras com o Paraguai e a Argentina.

Dados históricos indicam que a faixa geográfica onde o estado está localizado apresenta elevação nas condições atmosféricas favoráveis a essas tempestades ao longo das últimas quatro décadas. Além disso, o avanço tecnológico na detecção contribuiu para contabilizar ocorrências que antes poderiam não ser catalogadas.

Formação e orientações

Para que um tornado se materialize, são exigidos fatores simultâneos como umidade elevada, forte instabilidade na atmosfera e alterações na velocidade e na direção dos ventos entre a superfície e os primeiros mil metros de altitude, gerando uma rotação que pode atingir o solo.

Como o fenômeno possui rápida evolução e alta dificuldade de previsão exata do ponto de impacto, a Defesa Civil recomenda que moradores acompanhem os avisos meteorológicos oficiais e redobrem os cuidados durante o período de tempestades severas.

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