lavagem de dinheiro – Jornal Colabore https://jornalcolabore.com.br Notícias de Ponta Grossa e região Sat, 19 Sep 2026 03:33:56 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.1 https://jornalcolabore.com.br/wp-content/uploads/2026/07/images-150x150.jpg lavagem de dinheiro – Jornal Colabore https://jornalcolabore.com.br 32 32 Polícia prende 10 suspeitos de organização familiar que enviava drogas e fuzis ao RJ https://jornalcolabore.com.br/seguranca/19/policia-prende-10-suspeitos-de-organizacao-familiar-que-enviava-drogas-e-fuzis-ao-rj/ https://jornalcolabore.com.br/seguranca/19/policia-prende-10-suspeitos-de-organizacao-familiar-que-enviava-drogas-e-fuzis-ao-rj/#respond Sat, 19 Sep 2026 03:33:56 +0000 https://jornalcolabore.com.br/?p=3473

A Polícia prende 10 suspeitos em uma grande operação realizada para desmantelar um esquema criminoso comandado por uma mesma família com base em Maringá. A ação teve como foco o envio de drogas e fuzis de grosso calibre para abastecer facções criminosas no Rio de Janeiro.

Ordens judiciais e bloqueio de bens

Durante a operação, as equipes policiais cumpriram 28 ordens judiciais, sendo 14 mandados de prisão e 14 de busca e apreensão. Os mandados foram cumpridos em cidades do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Ao todo, 10 pessoas foram capturadas pelas autoridades e outras quatro seguem foragidas.

Além das prisões, a Justiça determinou o bloqueio de até R$ 10 milhões em contas bancárias e aplicações financeiras ligadas aos investigados, além do sequestro de 19 veículos utilizados pelo grupo.

Logística e lavagem de dinheiro

De acordo com o apurado pelas investigações, a organização cobrava entre R$ 400 mil e R$ 500 mil por cada frete realizado e promovia pelo menos uma remessa semanal. Os materiais ilícitos eram ocultados em meio a cargas legítimas e transportados por caminhões, contando com o apoio de veículos batedores para evitar a fiscalização nas rodovias.

O grupo contava ainda com uma estrutura voltada à lavagem de dinheiro por meio de empresas de fachada e negócios lícitos, como uma serralheria e firmas registradas em nome dos próprios filhos do líder do esquema. Em um período de quase dois anos, a movimentação financeira alcançou cerca de R$ 28,8 milhões, montante utilizado inclusive para a aquisição de cotas em clubes de voo, hangar e uma aeronave.

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