A APAE de Ponta Grossa apresentou, durante a sessão da Tribuna Livre da Câmara Municipal nesta quarta-feira (23), projetos voltados à expansão e adequação da estrutura de atendimento. Com seis décadas de atuação no município, a instituição presta assistência atualmente a cerca de 411 pessoas, enquanto aproximadamente 120 crianças aguardam vaga na fila de espera.
Durante a exposição na Casa de Leis, a auxiliar administrativa Kauany Bechinski e o integrante da diretoria Gustavo Cabral Nunes ressaltaram que a demanda mudou ao longo dos anos. A entidade tem registrado um aumento expressivo no número de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), o que demanda mudanças tanto na abordagem quanto no ambiente físico.
Unidade sensorial e projetos estruturais
Como parte das iniciativas para atender a essa nova realidade, a escola busca se tornar a primeira unidade 100% sensorial do país. Algumas modificações já foram implementadas, como ajustes sonoros na entrada e no intervalo, além da substituição das cores das paredes por tons adequados para alunos com TEA.
Entre as principais obras planejadas está a construção de um novo refeitório. O espaço atual opera desde a fundação da instituição e exige divisão de horários e revezamento entre turmas. Com a nova construção, a área administrativa poderá ser transferida para o piso superior, liberando cerca de dez salas atualmente ocupadas por escritórios para uso educacional.
APAE Saúde e convite
Os representantes também detalharam a iniciativa APAE Saúde, voltada para a expansão do acompanhamento nutricional de estudantes e colaboradores, incluindo um espaço para atendimento individualizado. Ao término da explanação, os dirigentes convidaram os parlamentares a visitarem a sede da instituição para conhecer de perto o trabalho prestado.


Asilo São Vicente de Paulo celebra centenário em Ponta Grossa com programação especial
Curso gratuito de drones é promovido pela Prefeitura de Ponta Grossa
CRAS Jardim Carvalho realiza ação sobre Direito Eleitoral em parceria com a UEPG




